sábado, 29 de novembro de 2008


Texto escrito a alguns anos...

Dark Blood ...
Ela andava só nas sombras malditas do passado, algo a perturbava, algo a pertencia, algo a perseguia com passos ligeiros e silenciosos, isso a assustava, temia olhar para trás e... Mesmo c pudesse olhar, o escuro era tanto q a cegava, lutava para chegar a um lugar, qqr q fosse, até msm o inferno a confortaria nakele momento... A dor da caminhada naum mais a incomodava, suas pernas tremiam de cansaço, sua respiração ofegante acompanhava o ritmo d seus passos, sua saliva havia secado, a garganta doia, os olhos lagrimejavam a maquiagem preta em sua tez branca, suas bochechas estavam rosadas do sangue q passava rapidamente pelas artéria d seu corpo, seus batimentos acelerados indicavam o cansaço e o medo, suas feridas estavam expostas e sujas, seus pulsos cortados superficialmente roçavam em sua roupa d linho preta, seus cabelos longos e negros grudavam em seu rosto com o suor. e fios grudavam em uma grossa camada do seu batom escuro, o vento era tanto q cortava sua pele delicada como navalhas.... Havia andado mto sem qqr direção e continuava a jornada sem olhar para trás... Percorreu mais alguns dos inúmeros kilometros em direção ao nada q se encontrava, lá na frente tropeçou em algo q parecia ser uma pedra, pedra úmida e gelada dos musgos q a cobriam, resolveu se sentar... enquanto seus batimentos voltavam ao normal, começou a ouvir passos vindos d trás, simplesmente fikou estática, se encolheu e gemeu de medo baixinho, os passos avançavam como tropas em direção ao fronte os passos soavam com o metal batendo no assoalho e a medida q c aproximava a pulsação almentava e ela se encolhia ainda mais... Naum tinha mais forças, o medo arrancou sua voz... os passos se aproximaram tanto a ponto d poder sentir akela sensação d alguém a olhando, e entaum os passos pararam, um instante d silêncio os separava. Ela apoiou uma de suas mãos no chão enquanto tentava se arrastar para longe dali, aquilo naum era o seu lugar, naum sabia ql era a sua culpa, mas tinha certeza sobre a sua sentença, fikou imaginando as frases de seu epitáfio de um corpo q naum seria axado, ela jah havia morrido, sua alma naum mais a pertencia, perencia a ela soment seu corpo que realizava as funções vitais, sobrevivia apenas a estes impulsos nervosos.. Foi qdo uma voz baixinha sussurou em seu ouvido algo q arrepiou os pêlos d seu cóx até a nuca, ela conhecia akela voz, sempre a ouvia em seus momentos d suplica, era a voz q a ninava para seu sepulcro, era a voz q havia lhe arrancado o sonho d suas noites e feito d seus dias felizes um rio d lágrimas... Ela exitou mas naum pode mais evitar a duvida, olhou para trás e viu a sombra mais negra de sua estrada, taum negra q foi capaz d enxergar algo e o contorno de seu corpo, os olhos d sua morte eram verdes a cor da esperança, voz suave com um tom sarcástico da mentira, rosto angelical q a aterrorizava d uma maneira inesplicavel, ela engoliu uma saliva em seco e tornou a olhar para a frente, naum tentou correr, fikou ali parada, enquanto um vento passou do seu lado e aquela sensação d alguem c aproximar a fez fexar os olhos, ele a havia tirado tudo, somente faltava retirar seus sinais vitais... Ele sentou ao seu lado e beijou-a na boca, ela tentou evitar mais era mais forte do q ela, ela se entregou ao seu ultimo beijo enquanto imaginava encontrar sua alma perdida e morta com facadas da mentira e desilusão... O beijo durou alguns segundos q passaram taum devagar q poderia ser descritos como uma eternidade, uma extensão do infinito q naum poderia mais ser resgatado... foi qdo um punhal afiado passou rente ao seu pescoço, ela sentiu o sangue percorrer até seus seios. O sangue ficava frio facilmente e seus últimos instantes, fikou ali deitada curtindo a agonia d seus órgãos parando... sua bok e seus ouvidos morreram depois, enquanto sua bok dizia : Qm és tu? seus ouvidos escutavam : ...rs...AMOR.... E ela fechou os olhos...
Por: Loren de Alencar